Normas de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias referente à atividade política e cívica (Fonte: Manual 2 - Administração da Igreja, 2010: 21.1.29):
Na qualidade de cidadãos, os membros da Igreja são incentivados a participar dos assuntos políticos e governamentais, inclusive do envolvimento no partido político de sua escolha. Também são incentivados a envolverem-se ativamente em causas justas para melhorar sua comunidade no intuito de fazer dela um bom lugar para morar e criar a família.
De acordo com as leis de seus respectivos governos, os membros são incentivados a cadastrar-se como eleitores, estudar as questões e os candidatos políticos com muito cuidado e votar nas pessoas que acham que agirão com integridade e bom senso. Os santos dos últimos dias, especialmente, têm a obrigação de buscar, apoiar e dar seu voto a líderes que sejam honestos, bons e sábios (ver D&C 98:10).
Embora defenda o direito de expressão nas questões políticas e sociais, a Igreja é politicamente neutra em relação a partidos, plataformas ou candidatos a cargos políticos. Ela não endossa nenhum partido, plataforma ou candidato político. Também não aconselha aos membros como votar. Contudo, em algumas ocasiões excepcionais, a Igreja assume uma posição em relação a uma lei específica, particularmente quando concluir que questões morais estão envolvidas. Somente a Primeira Presidência pode falar pela Igreja ou fazer com que a Igreja assuma o compromisso de apoiar uma lei específica ou de opor-se a ela, ou de procurar intervir em questões judiciais. Caso contrário, os presidentes de estaca e outros líderes locais não devem organizar os membros para que participem de questões políticas nem devem tentar influenciar a forma como eles participam delas.
Os membros da Igreja são incentivados a considerar a possibilidade de servir em cargos públicos eletivos ou nomeados no governo local ou nacional. Os candidatos a um cargo político não devem dar a entender que sua candidatura é endossada pela Igreja ou por seus líderes. Os líderes e membros da Igreja não devem fazer nenhuma declaração nem agir de modo que possa ser interpretado como endosso da Igreja a um partido, uma plataforma, uma política ou um candidato.
Os membros são incentivados a apoiar medidas que fortaleçam a estrutura moral da sociedade, especialmente as que visem manter e fortalecer a família como unidade fundamental da sociedade.
Os registros, os catálogos e as listas de endereço da Igreja e outros materiais semelhantes não podem ser usados para fins políticos.
Os prédios da Igreja não podem ser usados para fins políticos. Contudo, eles podem ser usados como local de cadastramento de eleitores ou de votação, caso não haja uma alternativa razoável (ver 21.2).


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